Os 5 erros mais comuns no registro de marcas (e como evitar que sua ideia vá por água abaixo)

Você teve uma ideia brilhante, escolheu um nome impactante e já até começou a divulgar sua marca… mas na hora de registrar, o processo trava. O motivo? Um erro que poderia ter sido evitado.

O registro de marca no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) é um passo fundamental para proteger sua identidade empresarial, mas muitos empreendedores acabam tropeçando nos detalhes — e perdem tempo, dinheiro e oportunidades por falhas simples.

Aqui estão os 5 erros mais comuns no registro de marcas no Brasil — e como você pode evitá-los com inteligência.


1. Não fazer uma busca prévia completa

O erro mais básico (e o mais perigoso) é não verificar se a marca já existe.

Muitos empreendedores acreditam que basta “não ver por aí” para presumir que está tudo certo. Mas o banco de dados do INPI pode revelar que aquele nome já está em uso — ou tem algo muito parecido — dentro do mesmo setor de atuação.

🔍 Dica prática: faça sempre uma busca prévia no site do INPI, com apoio de profissionais especializados, para evitar conflitos de registro que levem ao indeferimento.


2. Escolher nomes genéricos ou descritivos demais

Expressões como “Delícias da Padaria”, “Top Veículos” ou “Moda Jeans” são descritivas demais para serem registradas como marca.

O INPI exige que a marca tenha distintividade — ou seja, que seja capaz de individualizar o produto ou serviço no mercado. Nomes genéricos não cumprem esse papel.

💡 Fique esperto: quanto mais criativa e exclusiva for a sua marca, maiores as chances de aprovação.


3. Achar que abrir a empresa já garante a marca

Registrar uma empresa na Junta Comercial não equivale a registrar uma marca no INPI.

É comum ver empresários confundindo razão social com marca registrada — o que os deixa desprotegidos diante de possíveis cópias ou disputas.

⚠️ Atenção: a única forma de obter exclusividade sobre o nome comercial é por meio do registro formal da marca no INPI.


4. Ignorar detalhes legais ou cometer falhas no preenchimento

O processo de registro exige atenção aos mínimos detalhes: descrição correta da atividade, escolha da classe adequada conforme a Classificação de Nice, envio de documentação precisa…

Erros técnicos podem levar ao indeferimento ou à perda de prazos críticos.

📌 Evite surpresas: contar com orientação especializada evita falhas no preenchimento e aumenta as chances de sucesso.


5. Acreditar que qualquer nome modificado será aceito

Trocar letras, usar grafias “criativas” (como “Kasa” em vez de “Casa”) ou apenas alterar pequenos elementos visuais não evita conflito com marcas semelhantes.

Se a marca já registrada tiver sonoridade ou conceito semelhante, o INPI pode negar o registro por risco de confusão para o consumidor.

🔄 Conclusão direta: pare de pensar em “driblar” o sistema. O melhor caminho é a originalidade estratégica.


Bônus: por que muitos registros falham?

Além dos erros acima, outros fatores recorrentes são:

  • Tentar registrar marcas com símbolos oficiais (como bandeiras);
  • Usar nomes de marcas estrangeiras famosas no Brasil;
  • Escolher termos que induzem o consumidor a erro quanto à origem ou qualidade do produto.

O INPI é rigoroso — e precisa ser. O registro de marca protege não só o empreendedor, mas também o consumidor final.


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