Quando se fala em registrar uma marca, muita gente imagina apenas um logotipo bonito ou um nome de produto. Mas o que poucos sabem é que existem diferentes tipos de marca — e entender isso pode ser a chave para proteger melhor seu negócio.
Produto, serviço, coletiva, certificação… você sabe qual é o tipo certo para sua empresa?
Por que essa diferenciação importa tanto?
Porque cada categoria tem regras, finalidades e níveis de proteção distintos. E registrar uma marca fora da categoria adequada pode abrir brechas para cópias, disputas legais e até perda do direito de uso.
Se você quer construir uma marca sólida e segura, o primeiro passo é entender qual dessas quatro categorias representa melhor o seu modelo de negócio.
1. Marca de Produto: a identidade do que você vende
Esse é o tipo mais comum e está presente no nosso dia a dia.
A marca de produto é usada para identificar um bem tangível, como alimentos, roupas, eletrônicos, cosméticos e muito mais. É o que diferencia, por exemplo, uma lata de Coca-Cola de uma lata genérica de refrigerante.
Se você vende algo físico, esse é o tipo de marca que deve registrar.
2. Marca de Serviço: para quem oferece experiências e soluções
Já as marcas de serviço são voltadas a negócios que prestam serviços intangíveis. Um exemplo clássico é o setor bancário, de consultoria, tecnologia, educação ou turismo.
Se sua empresa vende conhecimento, apoio técnico ou atendimento especializado, você precisa proteger sua marca como prestadora de serviço — e não como produtora de bens.
3. Marca Coletiva: quando a força está na união
Marcas coletivas são utilizadas por associações, cooperativas ou grupos empresariais para identificar produtos ou serviços oferecidos por seus membros.
Elas ajudam a comunicar ao público que aquele item foi produzido segundo critérios comuns de origem, qualidade ou tradição. Exemplo: uma associação de produtores de café artesanal que usa uma marca coletiva para diferenciar seus grãos no mercado.
Essa modalidade reforça a identidade do grupo e agrega valor ao coletivo.
4. Marca de Certificação: o selo que atesta qualidade ou padrão
Diferente das outras, a marca de certificação não é usada diretamente pelo titular, mas sim concedida a terceiros como um selo de aprovação.
Ela indica que determinado produto ou serviço segue requisitos específicos — como normas técnicas, padrões ambientais ou de segurança. Um exemplo conhecido são os selos ISO ou o “Orgânico Brasil”.
Esse tipo de marca fortalece a confiança do consumidor e protege a reputação do padrão certificado.
A escolha certa protege mais do que o nome — protege o valor da sua marca
Registrar sua marca na categoria correta não é só uma formalidade: é uma estratégia de blindagem jurídica e de posicionamento no mercado. Errar aqui pode custar caro — inclusive o direito de exclusividade.
Além disso, em muitos casos, vale considerar o registro combinado de marca nominativa (nome) e marca mista (nome + símbolo), ampliando a proteção contra cópias ou imitações visuais.
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